sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

CIBERCULTURA

VÍDEO PRODUZIDO PARA O CURSO EPROINFO SEMED 2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

POLÍTICAS PARA O USO DAS MÍDIAS SOCIAIS NA ESCOLA


  PLANO DE AÇÃO
Objetivos
  • Discutir e elaborar as normas de trabalho e uso das mídias sociais na unidade escolar;
  • Oferecer atendimento à toda comunidade escolar através da criação de páginas em redes sociais no qual o usuário queira se relacionar;
  • Capacitar alunos, professores e demais membros da comunidade escolar para o uso das diversas mídias;
  • Utilizar as redes sociais, prioritariamente, para atividades de cunho educacional.
Público Alvo
  • Alunos do 4º ao 9º ano no período matutino e vespertino;
  • Pais e responsáveis de alunos da unidade escolar;
  • Gestão, equipe pedagógica e corpo docente da unidade escolar.
Metodologia
A proposta consiste em criar páginas, para cada professor regente, nas redes sociais (Facebook, blogs, etc) facilitando a comunicação e a realização de trabalhos pedagógicos com os alunos.
A administração das páginas, planejamento das atividades e correção das mesmas fica sob a responsabilidade do próprio professor.
A equipe pedagógica e gestão da escola devem colaborar com o monitoramento para que se cumpra as regras descritas – regras que podem ser estabelecidas de acordo com o perfil de cada turma -.
A sala de informática deverá disponibilizar o acesso dos alunos que solicitarem com agendamento de pelo menos 48 horas de antecedência, bem como para os professores que pretendem utilizar tais recursos, facilitando assim o trabalho do CSPTEC que poderá oportunizar este momento com mais excelência subsidiando o professor regente de forma satisfatória.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

cibercultura

Este vídeo é resultado da produção dos alunos do oitavo ano D da Escola Municipal Elpídio Reis
Parabéns alunos!



terça-feira, 7 de outubro de 2014

PARA REFLETIR - Papel dos pais na educação: a dimensão emocional da formação.

Toda ação parental tem consequências no comportamento dos filhos, assim, o papel dos pais na educação, seja ela formal ou não, é fundamental.
A palavra educação pode assumir diferentes significados. Entre eles, implica falar em hábitos e valores de determinada sociedade, em determinado momento histórico, que é transmitida para gerações posteriores. Além de ser algo da vida em sociedade, a educação também compreende o aprendizado das experiências individuais.
O processo educativo, ou a educação, pode ser ainda compreendido como o desenvolvimento intelectual, físico ou moral dos indivíduos com vistas à adaptação e à socialização. Para alguns autores, a educação pode ser dividida em: Educação Formal e Educação Não Formal. A primeira refere-se ao aprendizado escolar, que possui objetivos claros e específicos, amplamente conhecidos. Já a segunda compreende uma forma mais difusa de educação, com menos características hierárquicas. Assim, a educação não formal não pode ser entendida no sistema de progressão, já que não é algo sistematizado. Nos dias atuais, é difícil comparar as forças desses dois tipos de educação que, muitas vezes, agem em direções opostas: uma para formar e a outra para informar.
Nos sentidos da palavra educação que discutimos, educar pode compreender tanto o processo de transmissão de conhecimentos, hábitos e valores, como também criar condições para que o sujeito experiencie o mundo. Educar é acompanhar e influenciar, de alguma forma, o desenvolvimento da aprendizagem, das capacidades físicas e intelectuais.
Alguns autores entendem que toda atuação familiar é educativa. Para exemplificar essa ideia, podemos usar o comportamento dos pais diante do comportamento dos filhos. A forma como os pais reagem ou não, ensina à criança as consequências de seu comportamento, mesmo que essa não seja a intenção. Os pais tem muita importância na educação dos filhos, pois são responsáveis por legitimar ou rechaçar conhecimentos e valores adquiridos pelas crianças no processo civilizatório. Exercem, portanto, importante mediação na relação da criança com o mundo.
Independente da ação da uma vontade consciente, os pais estão sempre participando da educação de seus filhos; desde o começo da vida, quando o comportamento dos pais pode influenciar a forma como os filhos irão se relacionar com o mundo e com as pessoas. Um exemplo disso é a educação sexual, muitos pais acreditam que não influenciam o comportamento dos filhos, ou, que pelo contrário, tem total domínio sobre isso. A questão é que o comportamento dos filhos diz muito sobre a forma como os pais agiram sobre determinado assunto. No exemplo que estamos discutindo: pais que não falam sobre o assunto, educam para o silêncio. Pais que falam, educam para a discussão. Isso é muito diferente de dizer que pais que falam sobre sexo, liberam os filhos para fazerem o que quiserem, como muitos tendem a crer. Educar para o diálogo, pressupõe que os pais tenham uma boa relação estabelecida com o objeto de discussão ou, quando isso não acontece, tenham coragem para ser sinceros e expressar limites e incapacidades.
Assim também acontece com relação à educação formal, a participação dos pais depende, antes de qualquer coisa, da relação que estes mesmo pais têm com o conhecimento. Pais que valorizam a formação científica e cultural tendem a influenciar positivamente a relação estabelecida entre os filhos e o processo de aprendizagem. A participação ativa no processo educacional indica esse interesse. Quando os pais se aproximam dos conteúdos aprendidos na escola e demonstram interesse, essa atitude reflete diretamente no comportamento dos filhos. O papel dos pais na educação dos filhos é, portanto, emocional. É o peso da relação familiar estabelecida com o mundo, com a ciência, com o conhecimento e, por isso, tão importante e determinante no direcionamento da formação dos filhos.

Juliana Spinelli Ferrari
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em psicologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista
Curso de psicoterapia breve pela FUNDEB - Fundação para o Desenvolvimento de Bauru
Mestranda em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP - Universidade de São Paulo

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Projeto ¨Doe Sentimentos¨ e Plante Uma Árvore

 

Distribuiu corações com mensagens de otimismo e mudas de plantas no semáforo. Levando a conscientização de que a gentileza gera gentileza, e que nós seres humanos podemos ajudar o planeta a ser melhor!


- Não poluindo...
- Evitando queimadas...
- Preservando árvores...



 

Os alunos nos 7º anos A,B e C, matutino, distribuíram cerca de 300 mensagens e mudas de plantas no semáforo da Rua Rio Negro/ em frente ao Parque Sóter. 
Contamos com o apoio da Agetram para garantir a segurança dos alunos e a qualidade do projeto

Disciplinas: Língua Portuguesa e Ciências
Professores Coordenadores: Fernanda, Alessandra, Élia, Danieli e Melissa

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Os mitos folclóricos através dos meios de comunicação

Atividades para Mostra Pedagógica do 4ºC











Para reflexão: O filho que quero ter!


"É comum a gente sonhar", eu sei; quando vem o entardecer, pois eu também dei de sonhar... Com o filho que "eu quero ter".

(O filho que eu quero ter - Toquinho e Vinícius de Moraes. http://www.youtube.com/watch?v=krGG4n_NlQ8 )

Todos nós sonhamos com o filho que queremos ter, criando expectativas positivas ou negativas. Este pensamento constante pode criar na criança ansiedade, sentimento de menos valia insegurança, sentimento de não ser amado, inferioridade, medo, fobia, rejeição, angústia e outros distúrbios de comportamento.
Se pudermos sempre lembrar o filho que fomos e do tipo de pai que somos, podemos olhar para dentro e questionar: como estou no meu papel de pai? É comum ouvir pais com sentimento de culpa e cobranças relativas ao "tempo" e à "distância". Mas isso pode ser resolvido de forma tranquila, pois o tempo necessário está ligado à qualidade e não à quantidade de tempo. É possível ficar efetivamente com os filhos. Às vezes uma hora do tempo do pai é mais importante do que um dia inteiro junto com o filho. E o que fazer nesta hora? Brincar, jogar, olhar para o filho escutá-lo... Isso tudo diminui a distância, a culpa e a relação vai criando intimidade.
Nos dias de hoje, temos também que nos oferecer por inteiro afetivamente. Não se esqueça de que você é o modelo de seu filho, portanto, só prover materialmente não ajuda no seu crescimento afetivo e social. Seu filho preciso de sua entrega afetiva.
Ser um pai legal, amigo e confidente. Não podemos esquecer de que, como pai, você tem que ser também o modelo de autoridade para que o seu filho se sinta seguro e respaldado. Para isso, é preciso viver afetivamente e efetivamente o papel de "pai".
Trocar de papel seria poder ouvir o filho e pensar como eu me sentiria em seu lugar, e como poderia resolver determinadas situações em seu lugar. A resposta vem de forma espontânea e, da mesma forma, posso orientar meu filho nesta ou naquela situação.
Ser vigia significa não aguentar meu papel de pai, só me torna mais inseguro e com medo. Devemos trocar o vigiar por estar ao seu lado, aberto para escutá-lo, sem cobrança e sem medo. Assim estarei sendo o respaldo real do meu filho.
A culpa dos pais acaba por distanciá-los mais dos filhos, para não terem que encarar as mudanças que são necessárias para o vínculo pai e filho. Vamos trocar o sentimento de culpa pelo estar presente. Jogar o chicote fora parar de se punir e encarar em que posso, em que devo mudar...E ter ação de fato! Falar com outros pais, com orientadores escolares, psicólogos, dividir as dificuldades enquanto pai, para que possam ser solucionadas.
 Se esconder a cabeça, como faz o avestruz, ficando com o bumbum exposto, esperando que alguém bata, me mostro vitimado e impotente. Não estarei, assim, ajudando meu filho, mas criando tiranos e filhos abandonados. A impotência do pai é cobrada por todos e pelo próprio filho. O pai se torna vítima e, caso não se ajuste, não desenvolverá seu papel de pai. Por outro lado, se estico o pescoço igual a uma girafa, não enxergo o que está lá embaixo. Desta maneira mostro que sou o pai onipotente, ninguém me cobra, nem eu me cobro. Vejo-me criando meu filho sem respaldo, deixando-o inseguro.
Devemos, portanto voltar o olhar para nós mesmos e perguntar: "como sou hoje como pai?" "Como era antes e como poderei ficar?" Assim conseguimos ser pai e mãe, complementando e dando respaldo ao filho que tenho.
Não existe receita para ser pai, existe o repensar, o viver, o mudar sempre, mudando comigo o meu papel de pai. Estamos sempre crescendo e mudando juntamente com nossos filhos.
Logo, devemos olhar, ouvir e sentir, criando assim, um forte vínculo. Nunca devemos olhar para nosso filho com o "olho da testa", porque isso corresponde à nossa fantasia interna, aos nossos medos interiores.
Devemos olhar nossos filhos com olhos límpidos, para que possamos educar e orientar o filho que podemos ter.

 disponível em: "/educacao-infantil-artigos/o-filho-que-quero-ter-5052083.html"


Fatima Moreira de Almeida


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

blog elpidiano

Os alunos do 4º ano C e D estiveram com a professoras Luzia e Margareth  na sala de tecnologias para conhecer e fazer comentários no blog da escola. Essas turmas estão trabalhando os meios de comunicação no  projeto do 4º ano para mostra pedagógica da escola.



Professora Élia realiza "Bingo de grafia X/CH" com o 8º ano A



Os alunos participaram com muita disposição da atividade proposta pela professora Élia.

Metodologia: Após um ditado de palavras os alunos pesquisaram a grafia correta no dicionário. Depois escolheram aleatoriamente nove palavras para colocar em uma cartela. Em seguida a professora começou a cantar as palavras, mas somente aquele que tinha escrito a grafia corretamente podia fazer o bingo.
   O objetivo da atividade era memorizar a grafia correta das palavras de mesmo som (ch) e grafia variada X ou CH; verificar a grafia correta das palavras no dicionário; divertir-se com a turma participando de um bingo.

Avaliação do livro da Roda de Leitura 6º ano A




   Com o intuito de despertar o interesse do aluno para leitura. As professoras de Língua Portuguesa, estão oferecendo aos alunos mais tempo para reflexão dos livros lidos, isto é, temos feito leituras intensivas com nossos alunos. Essa estratégia gerou vários momentos, de prazer na sala de aula.
   A avaliação do livro lido nesse bimestre Mamãe namora um ET, foi feita em grupo e todos os alunos do 6º ano A, participaram ativamente contando copiosamente o resumo do livro paradidático. 
 
Professora: Élia Vargas
Disciplina: Língua Portuguesa 


 

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A influência dos Pais na Aprendizagem dos Filhos na Escola



A participação dos pais na educação dos filhos deve ser constante e consciente, saber seu papel e que podem ajudar e influenciar no processo de aprendizagem dos filhos na escola.
Resultados apontam a importância dessa mediação e no que ela pode ampliar o potencial de aprendizagem dos alunos.
A colaboração dos pais pode ser um fator determinante no processo de ensino aprendizagem, pois a parceria família x escola tem sido bastante enfatizada, como uma das metas para a educação.
Estudos recentes têm sido desenvolvidos nessa direção, mostrando as vantagens dessa parceria para todos os envolvidos na educação das crianças e adolescentes.

O envolvimento de pais na vida escolar do filho pode mostrar o quanto pode ser produtiva a parceria escola x família, para que isso ocorra os pais teriam que acompanhar tarefas e trabalhos escolares, ver caderno com as lições da escola, verificar se o filho fez as tarefas, estabelecer horário de estudo, informar-se sobre matérias e provas, quando não saber do assunto procurar aprender ou pesquisar para poder ajudá-lo nas tarefas e sempre procurando saber como o filho esta indo à escola, mesmo se não detectar nenhum problema.
Os pais agindo dessa forma com certeza nos ajudarão formar excelentes cidadãos e profissionais de sucesso.

Referências: Bhering. E. & Siraj-Blatchford, I. (1999). A relação escolapais: um modelo de trocas e colaboração. Cadernos de Pesquisa, 106,191-216.
Delors, Jacques (org.). Educação. Um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez/UNESCO/MEC, 2000.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CIÊNCIAS E TECNOLOGIA

Os alunos do 5º ano estiveram na sala de tecnologias para aprender a realizar pesquisas direcionadas com a professora de Ciências Mirian Karla. Ela apresentou o seu site de ciências wix (da web 2.0) para que os alunos pudessem observar as informações pertinentes às aulas e posteriormente apresentarem os resultados em um trabalho coletivo.
Lá eles encontram dados, notícias, fotos e vídeos... muito bom!




segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Tarde de lazer do Projeto de Esportes Adaptados (PEA)


No dia 30/08/2014, os alunos integrantes do Projeto de Esportes Adaptados (PEA) participaram, através de patrocínios arrecadados pela professora Andréa, da promoção do MC DIA FELIZ. Acompanharam estes também o professor Breno Moreira, a professora Vânia Cristina e algumas mães.
                 
Alem de saborearmos o lanche em questão, os alunos tiveram a oportunidade de participar do Desafio de Pingue-Pongue que lá estava sendo realizado. Estes alunos que estão sendo preparados pela professora Andrea para competirem em diversas modalidades, inclusive o POLIBAT ( que é o jogo de pingue-pongue adaptado para Alunos com Necessidades Educacionais Especiais – ANEE), não deixaram nada a desejar.
                 
No recinto, encontramos uma pequena variedade de brinquedos de diversão, onde todos puderam brincar e se divertir.
                        

Todos envolvidos nesta agradável tarde de lazer, alegria e sociabilidade, sentem-se contentes de compartilhar com vocês as fotos desse dia muito especial.



Aula passeio com alunos do 7º ano D e E - Parque Estadual do Prosa


    A professora Danieli em parceria com as demais professoras de Ciências realizou nos dias 09/09 e 11/09 uma visita ao Parque Estadual do Prosa para uma aula de Educação Ambiental.

 O Parque Estadual do Prosa(PEP) possui uma área de 135,2573 hectares e seu território abrange parte da área urbana do município de Campo Grande.
Seu principal objetivo é preservar amostras de ecossistemas do cerrado, espécies da flora e fauna nele associadas, as nascentes do Córrego Prosa, a valorização do patrimônio paisagístico e Cultural da região, objetivando sua utilização para fins de pesquisa científica, educação ambiental, recreação e turismo em contato com a natureza. 


O parque está aberto à visitação. Para maiores informações clique aqui.






segunda-feira, 8 de setembro de 2014

10 COISAS QUE SEU FILHO “NORMAL” VAI APRENDER DA CONVIVÊNCIA COM CRIANÇAS ESPECIAIS

    1. Vai aprender a aceitar melhor qualquer tipo de diferença e vai se tornar uma pessoa menos preconceituosa;
    2. Vai aprender a se colocar no lugar do outro por conviver com um coleguinha que tem dificuldades que ele não possui;
    3. Vai aprender que comunicação vai muito além do falar: é feita de gestos, olhares e até de silêncios;
    4. Vai aprender que pessoas com necessidades especiais não são vítimas: são heróis, porque tornam as outras pessoas melhores;
    5. Vai aprender que a vida vale a pena apesar das dificuldades;
    6. Vai aprender que estamos aqui para ajudar uns ao outros;
    7. Vai aprender a ser flexível: não existe só um jeito de brincar, de desenhar, de ser;
    8. Vai aprender  a lidar melhor com suas próprias limitações…e a querer superá-las;
    9. Vai aprender a dar valor às coisas pequenas;
    10. Vai aprender que ele não tem que saber o que fazer o tempo todo, mas que ele pode sempre aprender.
Andrea Werner

Projeto Resgatando Valores



Projeto realizado pelos 3º anos A, B, C  e D nos turnos matutino e vespertino.
Professoras: Monica Acosta, Fernanda Veronese, Juliana e Márcia
Supervisora Educacional: Dilma Widder
Orientadora Educacional: Siuvolange Pecorari

"Escola é...
   ... o lugar que se faz amigos.
   É lugar de estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se e ser feliz.
   É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo". (Paulo Freire)

Escola é lugar de resgatar valores morais, valores estes que nos dias de hoje parecem estar adormecidos, pensando nisso, o projeto tem como desafio deixar fluir em nossas crianças a sensibilidade e o respeito com o ser humano e principalmente os idosos, dessa forma serão agentes transformadores da comunidade em que vivem e responsáveis por uma sociedade mais humana.

Siuvolange Pecorari Peixoto
Especialista em Educação/Orientadora Educacional
              Psicopedagoga/Pedagoga