quarta-feira, 22 de outubro de 2014

cibercultura

Este vídeo é resultado da produção dos alunos do oitavo ano D da Escola Municipal Elpídio Reis
Parabéns alunos!



terça-feira, 7 de outubro de 2014

PARA REFLETIR - Papel dos pais na educação: a dimensão emocional da formação.

Toda ação parental tem consequências no comportamento dos filhos, assim, o papel dos pais na educação, seja ela formal ou não, é fundamental.
A palavra educação pode assumir diferentes significados. Entre eles, implica falar em hábitos e valores de determinada sociedade, em determinado momento histórico, que é transmitida para gerações posteriores. Além de ser algo da vida em sociedade, a educação também compreende o aprendizado das experiências individuais.
O processo educativo, ou a educação, pode ser ainda compreendido como o desenvolvimento intelectual, físico ou moral dos indivíduos com vistas à adaptação e à socialização. Para alguns autores, a educação pode ser dividida em: Educação Formal e Educação Não Formal. A primeira refere-se ao aprendizado escolar, que possui objetivos claros e específicos, amplamente conhecidos. Já a segunda compreende uma forma mais difusa de educação, com menos características hierárquicas. Assim, a educação não formal não pode ser entendida no sistema de progressão, já que não é algo sistematizado. Nos dias atuais, é difícil comparar as forças desses dois tipos de educação que, muitas vezes, agem em direções opostas: uma para formar e a outra para informar.
Nos sentidos da palavra educação que discutimos, educar pode compreender tanto o processo de transmissão de conhecimentos, hábitos e valores, como também criar condições para que o sujeito experiencie o mundo. Educar é acompanhar e influenciar, de alguma forma, o desenvolvimento da aprendizagem, das capacidades físicas e intelectuais.
Alguns autores entendem que toda atuação familiar é educativa. Para exemplificar essa ideia, podemos usar o comportamento dos pais diante do comportamento dos filhos. A forma como os pais reagem ou não, ensina à criança as consequências de seu comportamento, mesmo que essa não seja a intenção. Os pais tem muita importância na educação dos filhos, pois são responsáveis por legitimar ou rechaçar conhecimentos e valores adquiridos pelas crianças no processo civilizatório. Exercem, portanto, importante mediação na relação da criança com o mundo.
Independente da ação da uma vontade consciente, os pais estão sempre participando da educação de seus filhos; desde o começo da vida, quando o comportamento dos pais pode influenciar a forma como os filhos irão se relacionar com o mundo e com as pessoas. Um exemplo disso é a educação sexual, muitos pais acreditam que não influenciam o comportamento dos filhos, ou, que pelo contrário, tem total domínio sobre isso. A questão é que o comportamento dos filhos diz muito sobre a forma como os pais agiram sobre determinado assunto. No exemplo que estamos discutindo: pais que não falam sobre o assunto, educam para o silêncio. Pais que falam, educam para a discussão. Isso é muito diferente de dizer que pais que falam sobre sexo, liberam os filhos para fazerem o que quiserem, como muitos tendem a crer. Educar para o diálogo, pressupõe que os pais tenham uma boa relação estabelecida com o objeto de discussão ou, quando isso não acontece, tenham coragem para ser sinceros e expressar limites e incapacidades.
Assim também acontece com relação à educação formal, a participação dos pais depende, antes de qualquer coisa, da relação que estes mesmo pais têm com o conhecimento. Pais que valorizam a formação científica e cultural tendem a influenciar positivamente a relação estabelecida entre os filhos e o processo de aprendizagem. A participação ativa no processo educacional indica esse interesse. Quando os pais se aproximam dos conteúdos aprendidos na escola e demonstram interesse, essa atitude reflete diretamente no comportamento dos filhos. O papel dos pais na educação dos filhos é, portanto, emocional. É o peso da relação familiar estabelecida com o mundo, com a ciência, com o conhecimento e, por isso, tão importante e determinante no direcionamento da formação dos filhos.

Juliana Spinelli Ferrari
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em psicologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista
Curso de psicoterapia breve pela FUNDEB - Fundação para o Desenvolvimento de Bauru
Mestranda em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP - Universidade de São Paulo

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Projeto ¨Doe Sentimentos¨ e Plante Uma Árvore

 

Distribuiu corações com mensagens de otimismo e mudas de plantas no semáforo. Levando a conscientização de que a gentileza gera gentileza, e que nós seres humanos podemos ajudar o planeta a ser melhor!


- Não poluindo...
- Evitando queimadas...
- Preservando árvores...



 

Os alunos nos 7º anos A,B e C, matutino, distribuíram cerca de 300 mensagens e mudas de plantas no semáforo da Rua Rio Negro/ em frente ao Parque Sóter. 
Contamos com o apoio da Agetram para garantir a segurança dos alunos e a qualidade do projeto

Disciplinas: Língua Portuguesa e Ciências
Professores Coordenadores: Fernanda, Alessandra, Élia, Danieli e Melissa

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Os mitos folclóricos através dos meios de comunicação

Atividades para Mostra Pedagógica do 4ºC











Para reflexão: O filho que quero ter!


"É comum a gente sonhar", eu sei; quando vem o entardecer, pois eu também dei de sonhar... Com o filho que "eu quero ter".

(O filho que eu quero ter - Toquinho e Vinícius de Moraes. http://www.youtube.com/watch?v=krGG4n_NlQ8 )

Todos nós sonhamos com o filho que queremos ter, criando expectativas positivas ou negativas. Este pensamento constante pode criar na criança ansiedade, sentimento de menos valia insegurança, sentimento de não ser amado, inferioridade, medo, fobia, rejeição, angústia e outros distúrbios de comportamento.
Se pudermos sempre lembrar o filho que fomos e do tipo de pai que somos, podemos olhar para dentro e questionar: como estou no meu papel de pai? É comum ouvir pais com sentimento de culpa e cobranças relativas ao "tempo" e à "distância". Mas isso pode ser resolvido de forma tranquila, pois o tempo necessário está ligado à qualidade e não à quantidade de tempo. É possível ficar efetivamente com os filhos. Às vezes uma hora do tempo do pai é mais importante do que um dia inteiro junto com o filho. E o que fazer nesta hora? Brincar, jogar, olhar para o filho escutá-lo... Isso tudo diminui a distância, a culpa e a relação vai criando intimidade.
Nos dias de hoje, temos também que nos oferecer por inteiro afetivamente. Não se esqueça de que você é o modelo de seu filho, portanto, só prover materialmente não ajuda no seu crescimento afetivo e social. Seu filho preciso de sua entrega afetiva.
Ser um pai legal, amigo e confidente. Não podemos esquecer de que, como pai, você tem que ser também o modelo de autoridade para que o seu filho se sinta seguro e respaldado. Para isso, é preciso viver afetivamente e efetivamente o papel de "pai".
Trocar de papel seria poder ouvir o filho e pensar como eu me sentiria em seu lugar, e como poderia resolver determinadas situações em seu lugar. A resposta vem de forma espontânea e, da mesma forma, posso orientar meu filho nesta ou naquela situação.
Ser vigia significa não aguentar meu papel de pai, só me torna mais inseguro e com medo. Devemos trocar o vigiar por estar ao seu lado, aberto para escutá-lo, sem cobrança e sem medo. Assim estarei sendo o respaldo real do meu filho.
A culpa dos pais acaba por distanciá-los mais dos filhos, para não terem que encarar as mudanças que são necessárias para o vínculo pai e filho. Vamos trocar o sentimento de culpa pelo estar presente. Jogar o chicote fora parar de se punir e encarar em que posso, em que devo mudar...E ter ação de fato! Falar com outros pais, com orientadores escolares, psicólogos, dividir as dificuldades enquanto pai, para que possam ser solucionadas.
 Se esconder a cabeça, como faz o avestruz, ficando com o bumbum exposto, esperando que alguém bata, me mostro vitimado e impotente. Não estarei, assim, ajudando meu filho, mas criando tiranos e filhos abandonados. A impotência do pai é cobrada por todos e pelo próprio filho. O pai se torna vítima e, caso não se ajuste, não desenvolverá seu papel de pai. Por outro lado, se estico o pescoço igual a uma girafa, não enxergo o que está lá embaixo. Desta maneira mostro que sou o pai onipotente, ninguém me cobra, nem eu me cobro. Vejo-me criando meu filho sem respaldo, deixando-o inseguro.
Devemos, portanto voltar o olhar para nós mesmos e perguntar: "como sou hoje como pai?" "Como era antes e como poderei ficar?" Assim conseguimos ser pai e mãe, complementando e dando respaldo ao filho que tenho.
Não existe receita para ser pai, existe o repensar, o viver, o mudar sempre, mudando comigo o meu papel de pai. Estamos sempre crescendo e mudando juntamente com nossos filhos.
Logo, devemos olhar, ouvir e sentir, criando assim, um forte vínculo. Nunca devemos olhar para nosso filho com o "olho da testa", porque isso corresponde à nossa fantasia interna, aos nossos medos interiores.
Devemos olhar nossos filhos com olhos límpidos, para que possamos educar e orientar o filho que podemos ter.

 disponível em: "/educacao-infantil-artigos/o-filho-que-quero-ter-5052083.html"


Fatima Moreira de Almeida